Pastoral (Domingo, 05 de abril de 2009) Mel Mau Pergunte aos seus filhos ou netos se eles já ouviram a história da mosca que pousou numa garrafa suja de mel. Foi assim: A mosca se pôs a mordiscar o mel no alto da garrafa e foi gostando. Resolveu entrar. Foi gostando daquela doçura. Resolveu descer mais um pouco. O mel estava uma delícia. Resolveu descer até o fundo. Jamais vira mel tão gostoso. De barriguinha cheia, decidiu que era finalmente hora de abandonar o ambiente. Bateu asas. Para quê?! Suas asas grudaram na garrafa. Em desespero começou a bater-se violentamente, tentando desprender-se. Sem sucesso! Quanto mais se debatia, mais presa ficava. Quanto mais força fazia, mais fraca se achava. Não houve jeito. Morreu ali mesmo, lambuzada de mel. Em 1918, a cidade de Baccaret, na França, assistiu a um espetáculo: num belíssimo dia da primavera francesa, aviões surgiram de repente e jogavam belos ramalhetes de flores sobre a população. Quanta gentileza! Mas logo veio o aviso das autoridades locais: os aviões eram inimigos, e cada ramalhete escondia um balãozinho contendo gás venenoso letal. Que ninguém se aproximasse deles! O pânico só chegou ao fim depois que grupos de soldados, munidos de máscaras, destruíram as "flores do mal". As tentações chegam ao crente assim: sempre com sabor de mel, sempre com um visual sedutor. Aparentemente será tolice imensa fugir delas, já que são tão agradáveis e de acesso tão fácil. Mas ao fim, são o caminho da própria sepultura. Confirmam-se as palavras de Provérbios 14.12: "Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte". Faça o que Eva não fez: Diga NÃO à serpente.
Pr. João Soares da Fonseca (A cópia dessa matéria em outros sites não está autorizada) webmaster@pibrj.org.br
|
Pr. João Soares da Fonseca
|