Pastoral (Domingo, 09 de dezembro de 2007) Cadê a Bolsa de Judas? Um pastor visitava uma catedral, onde se exibia um quadro famoso de Jesus com os discípulos na Última Ceia. Curioso por descobrir quem era o Judas do grupo, o pastor ficou procurando o tradicional detalhe da bolsa de dinheiro nas mãos do traidor. Mas procurou em vão. O Judas desse quadro estava sem a bolsa. O artista, querendo passar uma outra lição, pintou assim: os onze apóstolos tinham nas mãos uma Bíblia. Os onze, sim. Menos Judas. O traidor estava de mãos vazias, não tinha recebido a Palavra de Jesus. Eis a lição: o amor a Jesus expressa-se pelo amor à Palavra. Quem diz amar a Jesus precisa dar evidência disso em sua vida. E uma evidência inconfundível é o amor à Palavra de Deus. Você investe tempo diário na Palavra? Neste Dia da Bíblia, pense nisto. Há meses, vários irmãos nos têm enviado o mesmo e-mail com o conteúdo abaixo. Se tanta gente está mandando, é porque deve ser importante. Mas, como vários irmãos não usam os serviços da Internet, aqui vai esta mensagem. O autor, infelizmente, não foi identificado, mas a mensagem é original, oportuna e pertinente: O que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular? E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa? E se déssemos umas olhadas nela várias vezes ao dia? E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em algum lugar? E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos? E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela? E se a déssemos de presente às crianças? E se a usássemos quando viajamos? E se lançássemos mão dela em caso de emergência? Mais: ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela "pega" em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta, e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação, e a carga da bateria é para toda a vida. Pastor João Soares da Fonseca
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