Pastoral (Domingo, 12 de novembro de 2006) O Terceiro Estágio Hoje o Dia do Diácono Batista. Em nossa igreja, temos 73 deles. O diaconato surge na Bíblia como resposta imediata a uma das primeiras crises da primeira igreja. Conta Lucas que um grupo estava murmurando contra o outro. Para jogar água fria na fervura do desentendimento, o Espírito Santo supriu a igreja do serviço diaconal. A palavra quer dizer alguém que serve, ou que presta serviços. Mesmo tendo sido escolhidos para um serviço aparentemente braçal apenas, as condições para ser diácono são inequivocamente espirituais: ser uma pessoa de boa reputação, ser alguém cheio do Espírito e evidenciar sabedoria na condução de sua vida (At 6.3). Em nossa igreja, os diáconos cuidam também do que se chama "Núcleo de Pastoreio". Como é isso? Cada diácono ou diaconisa tem uma lista de membros da igreja pelos quais ora constantemente. Além disso, procura conhecer os membros da igreja, identificando suas necessidades através de contatos pessoais e visitas. Diante de uma necessidade assistencial, é o elemento de ligação com o setor da igreja que pode resolver o problema. Não deixa, em hipótese alguma, o membro da igreja sentir-se abandonado. Acompanha de perto até que aquela necessidade tenha sido suprida; estimula a confraternização entre os irmãos; promove o crescimento espiritual dos crentes; está atento quando um dos membros começa a ausentar-se dos trabalhos da igreja e procura saber os motivos do distanciamento, além de tentar, com amor, encontrar um caminho para que aqueles motivos sejam superados. Um médico norte-americano, John Dorsey, discorrendo sobre o crescimento físico, teria dito: "Quando crescemos, passamos por três estágios. No primeiro, pedimos: "Por favor, ajude-me". No segundo, dizemos: "Eu mesmo posso cuidar de mim". E, finalmente, tendo amadurecido, dizemos: "Por favor, permita que eu ajude você". Comparativamente, os irmãos do ministério diaconal estão neste último estágio. Parabéns, diáconos! Pr. João Soares da Fonseca |
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