Pastoral (Domingo, 22 de julho de 2007) Luz para um Rio em Trevas Foi dada a largada na campanha de missões urbanas de 2007. O tema escolhido reflete muito bem o caos espiritual da cidade em que vivemos: "Cristo, luz para um Rio em trevas". Além da obra de evangelização que cada igreja batista da Convenção carioca vem realizando por si mesma, a Convenção tem ainda nove missionários integralmente sustentados por este ministério. Dois deles (Adenice Barreto e César Teixeira) são capelães prisionais, prestando assistência espiritual a 54 unidades prisionais, onde se comprimem mais de 23.000 presidiários. Aliás, a missionária Adenice Barreto, membro de nossa igreja, estará nos falando hoje, no culto da manhã, acerca das alegrias e dos desafios desse ministério a um só tempo exigente e empolgante. Quatro outros missionários (os pastores Cláudio Paulino e Miguel Kopanyshyn, e as irmãs Regina Borges e Sônia Macedo) exercem a capelania hospitalar. Praticamente vivem nos hospitais, levando aos doentes o consolo e os desafios da Palavra do "médico dos médicos". Um missionário, o pastor iraniano Bahman Amirazodi, é capelão portuário. Com o ministério dele, não se tem nem idéia de onde a semente da Palavra chegará. Outro, o pastor Ricardo Pinudo é capelão esportivo; na área dele, o evangelho é comunicado pela linguagem vibrante do esporte. E o pastor Rui dos Santos é plantador de igrejas. Alguém dirá que são poucos os nossos missionários. São, sim. O tamanho da cidade certamente pede muito mais gente. Mas não é por falta de desejo de ver esse número crescer. A questão é precisamente quem irá sustentá-los? Ninguém faz missões sozinho. É obra conjunta: Deus, o missionário, uma igreja, outra igreja e mais outra... todos unidos, cada um contribuindo na medida do seu amor. Alguém sintetizou isso muito bem ao dizer: "Missões se fazem com os pés dos que vão, com os joelhos dos que ficam e com as mãos dos que contribuem". Amplie o Senhor mais e mais a nossa consciência missionária! Pastor João Soares da Fonseca
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