Pastoral (Domingo, 29 de março de 2009) Críticos não Têm Estátuas H. Norman Wright escreveu num livro de meditações para casais: "Mostra-me um homem que gosta de ser criticado, e eu te mostrarei um masoquista". Não há dúvida: ninguém aprecia ser criticado. Um jovem compositor europeu concluiu e publicou um trabalho musical. Os críticos o ouviram e escreveram impiedosamente contra a música e contra o compositor, ao ponto de ele ficar desanimado e não querer compor mais nada, nunca mais. O pai do jovem, também compositor, porém muito mais calejado, tentou encorajar o filho com as seguintes palavras: "Meu filho, jamais alguém construiu uma estátua em homenagem a um crítico". Todos nós somos, vez por outra, alvo de críticas, quer na família, no trabalho e até na igreja. Sim, infelizmente, nem o reino de Deus está livre da ação nefasta de comentários desanimadores. Mais cedo ou mais tarde, alguém vai falar mal de você. Claro que se você cruzar os braços e nada fizer, ninguém vai criticar você. Mas a partir do momento em que você levantar a cabeça, arregaçar as mangas e se lançar a realizar alguma tarefa relevante para Deus e para os homens, logo os críticos vão aparecer aos montes e insinuar que você está mal-intencionado, ou que você não está apto para aquela tarefa, etc. O Diabo trabalha com muita dedicação na tentativa de nos tirar o ânimo. Como reagir a isso? Paulo sugeriu ignorar as críticas, não perder o sono por causa delas. Ele disse: "...esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Fp 3.13-14). Mas se decidirmos dar às críticas alguma atenção, se forem sérias e honestas, então que as peneiremos, que as analisemos com humildade aos pés da cruz e que retiremos delas a verdade que porventura possa nos ajudar a melhorar. (também em Pastorais, 29-03-2009).
Pr. João Soares da Fonseca (A cópia dessa matéria em outros sites não está autorizada) webmaster@pibrj.org.br
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Pr. João Soares da Fonseca
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