E se Deus lhe chamar para um novo recomeço?- Lição 01



E se Deus lhe chamar para um novo recomeço?
(2Crônicas 36.22,23; Esdras 1.1 a 3.13)

“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e
me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá; quem entre vós é de todo o seu povo, que suba, e o Senhor, seu Deus, seja com ele.” (Esdras 36.23)

Os planos de Deus acontecerão por meio de nós ou apesar de nós; eles não podem ser frustrados. O que nos faz arder o coração é a expressão no texto que diz: “[…] para que se cumprisse a palavra do Senhor anunciada pela boca de Jeremias […]” (1.1). Ela se cumpriu
na íntegra. No edito real, estava estabelecido não só a libertação do povo judeo, mas que
os demais povos “bancassem” a reconstrução da cidade e do templo, doando prata, ouro,
gados, entre outros. Deus não só faz quando quer (tempo) mas, usa quem quer (pessoas),
usa o que quer (meios) e como quer (maneira).
Houve um comprometimento geral em reconstruir o templo e a cidade de Jerusalém, desde
o maior até o menor. Nesses termos, aprendemos que sentimentos e vontades não são
suficientes para cumprir a vontade de Deus, mas, necessariamente, demanda atitudes
práticas. O seu envolvimento físico, espiritual, material ou financeiro “falará” o quanto você
ama a obra de Deus.
O texto sagrado nos apresenta uma lista das famílias que vieram do cativeiro para Judá
(v.62), e alguns nomes não estavam registrados nas genealogias dos judeus. Voltando para
época de juízes, em que a ordem de Deus era bem clara: não se misturar com os povos de
Canaã, mas expulsá-los completamente. Não diferente deles, hoje nos parece mais cômodo
fazer concessões e dar um jeitinho para que as coisas sejam ”mais práticas e fáceis”. Não
dá para obedecer mais ou menos. No dia do juízo final, a separação dos escolhidos será
feita pelo próprio Deus e, assim como alguns, mesmo com função sacerdotal, não puderam
retornar para casa, os nomes que não estiverem arrolados no livro da vida não irão para a
Canaã celestial.
A Babilônia não era o lugar do povo de Deus. A esse povo cabia servir a Deus com suas
vidas, bens e talentos numa homogeneidade de propósito e missão. Vejamos algumas
marcas das ofertas entregues:
Voluntariedade: O altar do Senhor não é um posto de troca, mas de entrega; ali devem estar
nossa gratidão, amor e louvor a Deus;
Especificidade: A oferta era específica, tinha um fim claro e objetivo;
Proporcionalidade: A ênfase é a liberalidade proporcional ao que cada um pode. Contribua
segundo a sua renda, para que sua renda não seja conforme sua contribuição.

Preciosidade: O que os israelitas ofertavam era o que eles tinham de melhor (v.69), não
eram as sobras. Infelizmente, a filosofia da maioria das pessoas é que para Deus qualquer
coisa serve. Deus, que tem nos dado o melhor, merece o melhor.
Aprendemos extraordinárias lições com Esdras, seu povo e sua missão a respeito do culto:
A unidade no culto (3.1); A legalidade do culto (3.2); A perenidade do culto (3.3) e A
prioridade no culto (v.6).
Conclusão: E se Deus lhe chamar para um novo recomeço? Assim como o povo em Esdras
escolheu confiar e obedecer ao chamado divino, que você possa seguir com obediência, mesmo diante das maiores adversidades.
Catarina Damasceno – Equipe de Estudos e Resumos.





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